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quinta-feira, 27 de junho de 2013

VAI UM PÉ-DE-MOLEQUE? - Professora Laís Rechinelli

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Seguindo o trabalho pedagógico eis o plano que deveria definir qual seria nossa contribuição para o Arraiá da escola, além dos enfeites, comidas típicas e demais aprendizados, uma apresentação seria interessante então, conversa daqui, investiga os saberes dali, assistimos vídeos, ouvimos músicas e conclusão: se encantaram com o pé-de-moleque do DVD COCRICÓ - CLIPES MUSICAIS. Bom, então lá fomos nós, mas sendo uma receita de pouca participação infantil em sua cocção, nos limitamos a degustar ingredientes e nos esbaldamos no letramento. Quero aqui mostrar uma proposta bem interessante para trabalhar com o Agrupamento III - idades de 3 a 5 anos e 11 meses.

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Pensando um pouco no que diz Alves (2007, p. 127): "A Estrutura da Educação Psicomotora é a base fundamental para o processo intelectivo e de aprendizagem da criança", acredito  que através da psicomotricidade amplia-se a percepção sensorial e motora resignificando o desenvolvimento infantil, sem deixar de mencionar tudo o mais que deve ser feito, como as  diferentes brincadeiras, jogos e demais linguagens que em muito cumprem este papel. Quis, no entanto, nesta postagem abordar outro eixo pertinente à Educação Infantil - o letramento e alguns exercícios visomotores.
As proposta são variadas, mas podem ser feitas a partir desta mesma matriz.
Proposta 1: Apresento para a criança  uma receita como esta acima e outra semelhante, mas cortada nas linhas, para que elas reorganizem como a receita original. Proposta 2: Recortar as imagens e as palavras que as designam (amendoim, açúcar, leite condensado) e pedir para que elas descubram a palavra correspondente a cada imagem. Proposta 3: Com as mesmas imagens que podem ser recortadas de encartes de Supermercado, propor para que identifiquem nas imagens, quais letras são iguais as do seu nome.
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Neste exemplo acima a criança escolheu esta imagem do MR MUSCULO para procurar nela, letras iguais a do seu nome.  O mesmo pode ser feito com a receita.
Ah!!! E à propósito, o pé-de-moleque ficou pra lá de bom!!!

Quem disse que largavam da tigela de amendoim?
A comilança foi boa, mas ... vai um pé-de-moleque aí?
Beijos da Turma da Amoreira (Professora Laís Rechinelli)

REFERÊNCIA
ALVES, Fátima. Psicomotricidade: corpo, ação e emoção. Rio de Janeiro: Wak, 2007.


quarta-feira, 26 de junho de 2013

UM ESPANTALHO PRA NOSSA PLANTAÇÃO!

ESTA SEMANA PROPUS PARA A TURMA DA MAÇÃ A CONFECÇÃO DE UM ESPANTALHO!
MAL ACABEI DE FALAR E JÁ "CHOVEU" UM MONTÃO DE IDÉIAS PARA FAZER O ESPANTALHO: "VAMOS PRECISAR DE PALHA" (CARLOS EDUARDO), " E DE UM LENÇO" (IVAN), "UMA ROUPA E SAPATOS" (FRANCISCO),... 
ENTÃO CONTEI QUE PODERÍAMOS FAZER UM ESPANTALHO USANDO UMA VASSOURA. E AS CRIANÇAS FICARAM SUPER CURIOSAS!

PERGUNTEI À ELES QUEM SABIA O QUE ERA UM ESPANTALHO. E A MINHA PERGUNTA ME PARECEU ÓBVIA DEMAIS: " É UM BONECO QUE ESPANTA OS PASSARINHOS NAS PLANTAÇÕES!" (IVAN), E OUTRAS CRIANÇAS COMEÇARAM A DESCREVER O TAL BONECO. 

ENTÃO, FALEI MAIS UM POUQUINHO SOBRE AS PESSOAS QUE VIVEM NA ROÇA, QUE PLANTAM SEUS ALIMENTOS E USAM O ESPANTALHO EM SUAS PLANTAÇÕES PARA QUE OS PASSARINHOS E OUTRAS AVES NÃO COMAM AS SEMENTES OU OS ALIMENTOS DE SUAS PLANTAÇÕES, COMO POR EXEMPLO: ARROZ, MILHO, ... E COMO A NOSSA TURMA TAMBÉM PLANTOU UMA ARVORE RECENTEMENTE, PERGUNTEI: QUE TAL COLOCAR UM ESPANTALHO PRA CUIDAR DA NOSSA MACIEIRA?

TODOS CONCORDARAM COM ENTUSIASMO!

E HOJE FIZEMOS O ESPANTALHO, OU MELHOR, SAIU COM CARA DE ESPANTALHA, POIS A ROUPA FICOU PARECIDA COM UM VESTIDO, ONDE CADA CRIANÇA COLOU RETALHOS DE TECIDOS, OS AJUDANTES (IVAN E GABRIELLA) FIZERAM OS OLHOS , NARIZ E BOCA. EU TROUXE UM LENÇO E UM CHAPÉU, E A VASSOURA É DA ESCOLA MESMO, QUE DEPOIS VAMOS DEVOLVER!

MAS , COMO O TEMPO TÁ CHUVOSO, NÃO DEU PARA LEVARMOS A ESPANTALHA LÁ PERTO DA NOSSA MACIEIRA E ELA FICOU NA SALA MESMO, PODERÁ PARTICIPAR DA FESTA SEXTA-FEIRA E DEPOIS VAMOS LEVA-LA  PARA A NOSSA PLANTAÇÃO! 

VEJAM COMO TODOS SE EMPENHARAM PARA ESTA ATIVIDADE!

FOTOS TIRADAS PELO ALUNO IVAN ( ajudante do dia)

 
 









sábado, 22 de junho de 2013

MISTUREBA PEDAGÓGICA - PROFESSORA LAÍS RECHINELLI

A propósito esta postagem integra diferentes eixos, por isso o título mistureba.
O Invariante Pedagógico nº. 8: ”Ninguém gosta de trabalhar sem objetivo, atuar como máquina, sujeitando-se a rotinas nas quais não participa” (SAMPAIO, 1989).

Este pensamento deve ser diário para nós educadores que queremos significar o cotidiano infantil.

A Turma da Amoreira trabalha muito, tenho que admitir, muitas das vezes por proposições vindas deles e outras, por minhas sugestões.

Esta postagem mostra como nasceu o painel do mês de Junho da nossa turma e a arte-presente para as duas amigas aniversariantes deste mês: MONIQUE VITORIA e MARIA MANUELA.

Gabriel Matheus adora arte e escolheu para a arte da semana “Peixes Arco-Íris.

Então lá fomos nós iniciarmos a técnica. Muitos, mas muitos peixes mesmo foram feitos para o aquário da sugestão do livro Recicle.


Livro utilizado semanalmente, anualmente por mim. Eu recomendo.


Depois dos peixes, apareceu um tubarão também idealizado pelo “Amorinha” Lucas Ricardo




Com o sucesso do aquário, veio a minha ideia. Propus que fizéssemos um rio grande que poderia ser limpo ou sujo. Perguntei para a turma, torcendo para que respondessem: “limpo”, pois minha intenção era continuar falando, dentro do eixo da Educação Ambiental sobre o cuidado e respeito com a natureza que nos cerca, aumentando assim o repertório do conhecimento, bem como do vocabulário. E a resposta veio como pensei: limpo. Em LIBRAS a professora-instrutora Luciana também está desenvolvendo atividades voltadas para o conceito reciclagem (de papel, plástico, vidro e metal0, trabalhando cores, diferentes tipos de materiais, adequada separação e os sinais em LIBRAS. Então porquê não integrar os conhecimentos com o impulso infantil do desejo em fazer.


Monique Vitoria escolhe o lixo dentre os quarto tipos trabalhados e o coloca na lixeirinha da cor correta.


Recorte feito com as mãos – coordenação motora deliciosamente trabalhada.

Pensando ha cada mês aumentar o repertório visual e artístico infantil procure incentivar a consciência do não desperdício, da beleza, da arte, da criatividade, do respeito à natureza e da diminuição da produção de lixo. Identificação de situações de risco no seu ambiente mais próximo e desrespeito pelo uso coletivo do ambiente, criticamente.
Estabelecer relações com o ambiente e as diferentes formas de vida em diferentes ambientes: ser humano, animal e vegetal como parte do planejamento anual encontrou neste momento eco na lenda de Iara, nas sereias das histórias e do imaginário infantil.


Onde vive esta linda sereia tudo é limpo. O lixo é reciclado e separado como a Luciana os ensinou.

Qual não foi minha surpresa algumas perguntas começaram a pipocar: “E a madeira, onde fica? E o lixo laranja e marrom? Não vamos fazer?
Que coisa linda! Respondi que iríamos sim adiante com isso. Vocês sabem em qual lixo jogamos a madeira e o que devemos armazenar nos lixos marrons e laranjas? “Não souberam responder a primeira pergunta, mas sabiam sobre o lixo marrom: alimentos, mas no lixo laranja não”. Vamos pesquisar sobre eles na internet? A turma topou. Fomos para o computador e lá descobrimos muito mais. Há lixos de outras cores: cinza: resíduo geral não reciclável e roxo: resíduos radioativos. E as madeira devem ser jogadas no lixo preto.
Pronto, então vamos construi-los com o material que temos em sala. Ha tempos faço a campanha do rolo de papel higiênico e com eles fizemos todos os lixos, porque a turma não se contentou apenas com o verde, vermelho, amarelo e azul.
Já sabem misturar cores. Já trabalhamos as cores terciárias, então mãos a obra: recortar objetos das revistas de diferentes materiais para os diferentes lixos. Não encontramos resíduos radioativos, nem materiais que não se reciclam nas revistas pesquisadas.



E, para finalizar, durante o plano de trabalho que durou um mês, posso dizer que a Turma da Amoreira trabalhou a finco sabendo dos objetivos e propósitos em contribuir para enfeitar o Cei Celisa para as comemorações dos aniversariantes do mês de junho e para o Arraiá que acontecerá no mesmo dia, além de presentear duas amorinhas queridas; Monique Vitoria e Maria Manuela.


Painel pronto

A arte presente escolhida: Robô. E mais uma vez esta turma me surpreendeu imaginando outro robô com os rolos de papel higiênico que estamos juntando e olhem o que aconteceu.




Mas não acabou. A festa, a dança, o restante dos acessórios do painel e a entrega dos presentes será dia 28/06. Querem ver como ficou? Até a próxima, então!

Beijos de Amora!


BIBLIOGRAFIA

SAMPAIO, Rosa Maria W. Freinet: evolução histórica e atualidades. São Paulo, Scipione,1989.































































quarta-feira, 19 de junho de 2013

Uma Macieira no Pomar do Celisa!

No começo do mês de março, conheci uma turminha chamada de Turma da Maçã, muito alegre e cheia de vida! E fiquei sabendo que o projeto da escola baseava-se no estudo do seu grande arvoredo com pés de vários tipos: abacate, amora, ameixa, romã, café, jabuticaba, acerola, pitanga, manga... Mas e a macieira?
As crianças haviam escolhido este nome por gostarem muito (e ainda gostam!) de comer maçã como sobremesa na hora da merenda!

Fiquei com enorme vontade de plantar uma macieira para a Turma da Maçã!

Mas, neste começo o desejo era só meu, não tinha surgido das crianças...

Então começamos a estudar as plantas como seres vivos. Precisávamos aprender que arvore tem vida , e precisa de cuidados para crescer e viver. Fizemos experiências com pés de feijão, lemos histórias ("João e o Pé de Feijão", "A Sementinha Bailarina" -Iza ramos de Azevedo Souza, "As Plantas"- Israel Felzenszwalb e David Palatnik) que falam da importância de se cuidar bem das plantas, aprendemos música  ("Pomar"- Grupo Palavra Cantada) que fala sobre os vários tipos de arvores, e comparamos as arvores que tem na escola e na música. Tiramos fotografias das arvores da escola, um passeio muito legal entre estas plantas tão grandes e bonitas! E assim os olhares das crianças se despertaram para o fato de que não havia uma macieira na escola! Vamos plantar uma? Era tudo o que eu queria ouvir!!!!

Então, após escutar a história da Galinha Ruiva que plantou sementes de milho e depois de colher as espigas fez um delicioso bolo, a Turma da Maçã perguntou: Quem ajuda a plantar nossa macieira?

O Sr. Manoel disse que ajudava! Então fui comprar uma muda de macieira e hoje na roda de conversa contei a turma que iríamos plantar nossa macieira !!!
Expliquei que a planta ainda era pequena ("um bebê?" - perguntou Raica). Sim! E precisa de cuidados para crescer. Como vamos nos organizar para cuidarmos de nossa árvore? "Tem que dar água !", e ficou combinado que os ajudantes irão regar todos os dias, mas toda turma será responsável por observar nossa árvore e ver se não tem insetos subindo, ou outras crianças puxando seu tronco (ainda muito fininho). Também expliquei que as maçãs só irão nascer após a arvore ficar grande e que isso irá demorar pelo menos quatro anos, quando estiverem com aproximadamente onze anos, mas aí poderiam vir visitar a escola e a macieira, que terá sido cuidada por outras crianças também! Afinal plantamos uma arvore e também sementinhas de conhecimentos e respeito pelo meio ambiente!!!

E lá fomos nós, plantar a macieira!
O sr Manoel fez o buraco na terra, colocamos a terra adubada, Leonardo e Milena ajudaram a colocar a muda no buraco e cada criança colocou um pouco de terra para cobrir!

No final, a Leticia colocou a plaquinha na macieira, para que todos possam saber e reconhecer nossa arvore!

Enfim, agora temos uma MACIEIRA no pomar do Celisa!












segunda-feira, 17 de junho de 2013

RODA DE CONVERSA - A PAZ - Professora Laís Rechineli

A RODA DE CONVERSA, na perspectiva freinetiana pretende desenvolver a livre expressão infantil e para isso, neste momento, as crianças falam espontâneamente sobre as novidades de sua casa e família, interagem na conversa dos amigos. Mas, a Roda de Conversa também pode e deve ser aproveitada para as crianças fazerem os combinados do dia e planejarem suas atividades. E, no final da aula avaliar o dia contando os ateliês dos quais participou, o que  foi legal (Felicitações), o que foi chato (Críticas) e as sugestões e ideias para os planos de trabalho seguintes.


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Hoje, 17 de junho de 2013 em meio aos noticiários sobre os protestos e a recepção violenta da polícia militar em São Paulo não estranhei quando o assunto veio à tona, mas com uma fala que precisava de mais conversa:

Hoje, 17 de junho de 2013 em meio aos noticiários sobre os protestos e a recepção violenta da polícia militar em São Paulo não estranhei quando o assunto veio à tona, mas com uma fala que precisava de mais conversa:
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De repente me deparei com uma fala de que "...os policiais batiam em bandidos ... pegam eles de pau", porque é esta a mais ouvida talvez, por aquelas crianças. Minha interferência foi apenas para explicar que aquelas pessoas ali estavam propondo novas formas de se cobrar o transporte, porque com o transporte sem custo ou com um menor valor, sobraria mais dinheiro para outras necessidades como alimentação, vestuário, lazer, etc. Percebi uns segundos de silêncio e em seguida, concordaram. Acrescentei o exemplo da greve das professoras de nosso Cei,  que também se uniram para fazer outros combinados, a fim de que  crianças tenham o direito a salas de aulas grandes, com brinquedos, professores, alimentação, lembrando-os que nós (Turma da Amoreira) temos tudo isso: parque grande, salas equipadas - até internet temos, espaços para brincarmos, alimentação e tudo o mais, mas que precisamos também pensar nas outras pessoas que não têm.
Durante os ateliês do dia, algumas crianças sugeriram os desenhos e os fizeram para o Livro da Vida.
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Ilustradores do Livro da Vida
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VIOLÊNCIA NÃO É LEGAL!!!!
Por final conversamos sobre bater, brigar, atirar... ninguém merece esse tratamento. Em nossas regras de vida, não cabem essas ações, porque não são boas atitudes! Não é isso que queremos para nós, então não faremos para os outros. E, terminada esta roda de conversa fomos brincar ao ar livre e fizemos barquinhos para colocá-los na água da chuva e deixamos livres para o vento levá-los ou trazê-los.






É PAZ O QUE A TURMA DA AMOREIRA DESEJA A TODOS.
Até a próxima.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

CAIXAS DE MEMÓRIAS - MEMORIAL DO PROFESSOR - Professora Laís


 " O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."

Fernando Pessoa

Muito empolgante foram os relatos iniciais de cada educador, sobre a forma como constituíram-se  professores. 

Glauce foi Incentivada a ler pelos irmãos que contavam muitas histórias para ela.

Lorena brincava de escolinha com "tocos" de giz dados pela professora, no entanto, desde que se tornou uma delas, nunca usou giz.
Rejane sempre gostou da pré-escola.
Dalva teve nos livros e nas leituras sua motivação pra ser professora.
Cristina sempre se encantou pelo magistério.
Teresinha pensava em ter uma mesa com flores,como toda secretária, mas foi no magistério que ralizou-se como profissional.
Leila em vez de secretária bilíngue tornou-se professora e hoje diretora educacional.
Andrea sempre gostou de seus professores, tornou-se uma também.
Luciana ao perceber a dificuldade na comunicação entre alunos ouvintes e surdos, decidiu contribuir com sua experiência em LIBRAS.
Laís (eu) viu em sua família de educadores e em suas brincadeiras de escolinha junto com as primas sua motivação para tornar-se professora também.
Nelma sempre gostou de bonecas e de crianças, por isso hoje trabalha em meio a elas.

E assim iniciamos um trabalho que será concluído até o final deste ano, com a produção de um texto de memórias sobre como foi a trajetória profissional de cada educador e cada objeto armazenado nesta caixa contribuirá para tecer um fio histórico - um memorial.
Este memorial será incluído ao acervo do Cei Celisa Cardoso do Amaral.